sábado, 31 de julho de 2010

Perfeitinhas

Tenho horror a mulher perfeitinha. Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propagandade processo de clareamento dentário? E, só pra piorar, tem a bunda dura!!!
Pois então, mulheres assim são um porre. Pior: são brochantes. Sou louca? Então tá, mas posso provar a minha tese. Quer ver?
a) Escova toda manhã: A fulana acorda as seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o da Patrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de sono, pegação, pra encaixar-se no padrão 'Alisabel', que é legal... Burra.
b) Na moda: Estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês. Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso?JAMAIS! O queindica uma coisa: ela não vai querer ficar desarrumada em nenhum momento. Nenhum mesmo.
c) Sorriso incessante: Ela mora na vila dos Smurfs? Tá fazendotreinamento pra Hebe? Sou antipático com orgulho, só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe. Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa... Coitada.
d) Bunda dura: As muito gostosas são muito chatas. Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico (isso quando não enfiam o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão. Bebida dá barriga e ela tem H-O-R-R-O-R a qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada de tomar um bom vinho com você. Cerveja? Esquece!Legal mesmo é mulher de verdade! E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa.. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira.

Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem chegam a ser um problema). Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade. E não se esqueça... Mulher bonita demais e melancia grande, ninguém come sozinho!

(adapatado de Contrato Social)

sexta-feira, 30 de julho de 2010

O tempo vai passando...


E se eu dormir sem ouvir sua voz? E se eu chorar por não poder te ver? E se eu perder a certeza de tanto amor? E se escrever um conto triste?
Ah... O que o futuro me reserva? Qual vai ser o meu final... se é que existe um final... E se não houver, como é o recomeço, a continuação? Será que existe mesmo o céu? Será que eu vou para lá?
O futuro é algo tão abstrato, qualquer palavra que eu disser agora pode mudá-lo completamente. Um simples olhar pode alterar o curso das coisas e ás vezes é estranho pensar no que pode acontecer. Eu sei que é besteira perder tempo com isso, mas tudo que eu já passei e todo tempo que já perdi fazendo as escolhas erradas me fazem pensar em quanto tempo ainda vou perder, quantas escolhas erradas ainda vou fazer pensando em acertar. O futuro é imprevisível, e se nem eu mesma consigo me prever, quando é que vou poder imaginar o resto da minha vida?

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Com o passar do tempo


Eu sei que o mundo dá voltas, e na maioria das vezes, com essas voltas que as coisas melhoram, e começam a dar certo, mas durante essas voltas, acabamos perdendo coisas no caminho, e a perda mais dolorosa é quando perdemos pessoas.
Pode até ser que no começo não nos damos conta, não sentimos falta, mas com o passar do tempo percebemos que ta faltando gente que a gente gosta, gente que a gente confia. Com o passar do tempo, as conversas se tornam raras. Com o passar do tempo, elas não te ligam mais no seu aniversário, nem você no delas. Com o passar do tempo, outras pessoas aparecem, mas ninguém que substitua aquelas outras.
Eu sinto falta dos meus amigos de infância, os da pré-adolescência. Aqueles pra quem eu contava tudo, com quem eu fazia tudo, com quem sempre pude contar. Não querendo desmerecer os amigos mais novos, os que continuaram aqui, mas sem aqueles as histórias ficam imcompletas. Eu amo vocês, penso em vocês, e faria tudo pra ter vocês por perto de novo.
Mas o mundo dá voltas.
Para Mariana Bomfim, Brenda Britto, Luiz Klinger, Thaís Sales, etc.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Insegurança


Insegurança. Ah, que droga. Pra que existe insegurança? Ta tudo tão legal, tudo direito, tudo tão, mas tão feliz, e eu com esse medo idiota. Medo que nada dê certo, medo de que não seja nada disso. Medo de que no final, o final seja o mesmo. Medo de sair machucada. Medo de estar sendo enganada. Me de me julgarem. Medo de errar de novo. Medo de me entrgar de novo. Medo. Só medo, mas se eu deixar esse medo tomar conta de mim, como eu vou saber? Se eu não tentar, como eu vou poder saber se vai dar certo? Será que vale a pena viver o resto da vida com essa dúvida? Será que o que eu já vivi e sofri, mesmo sendo tão nova, vai sempre repetir e me atormentar? Será que é justo comigo mesma não tentar ser feliz? Eu vou tentar, e se Deus quiser, eu vou conseguir. E se não conseguir, tenho certeza de que, no final, de qualquer jeito e vou ser feliz.

terça-feira, 27 de julho de 2010

O Jogo Virou

É incrível como o jogo vira de uma hora para a outra. Uma hora você não sabe o que fazer da sua vida, e no instante seguinte, acontece algo tão bom que parece que essa felicidade vai durar pra sempre. Eu só sei que agora eu acredito que as coisas melhoram, sempre melhoram. Eu to tão feliz, tão encantada, tão realizada, e essas coisas me fazem perceber que nada na vida dura pra sempre, nem o sofrimento, e mesmo assim, se esse não existisse, os momentos felizes não teriam o gosto tão doce. Uma hora os problemas sempre se resolvem, mesmo que demore, e quanto mais demorar, melhor vai ser a solução.

"A felicidade é uma gama de emoções ou sentimentos que vai desde o contentamento ou satisfação até à alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem ainda o significado de bem-estar ou paz interna. O oposto da felicidade é a tristeza. Em linguagem comum, quando se diz "estou feliz", está-se a utilizar o primeiro significado - o de emoção. Enquanto que se se diz "sou feliz", se está a utilizar o significado de bem-estar."

Começando do começo


Eu não sei bem por onde começar, nunca sei. Acho que seria bom falar de mim, mas eu não sei falar de mim. Eu não faço muito sentido, mas as pessoas têm mania de querer me definir. Tem gente que me odeia, que vai dizer que eu não presto, que não sou uma pessoa que valha a pena, que sou um caso perdido. Existem outras, porém, que acham que eu sou muito legal, muito simpática, muito inteligente... Enfim... Talvez eu não seja muito nada. Um pouco de tudo. Só uma garota igual a qualquer outra. Ou uma diferente de todas elas, até porque, nunca encontrei nada igual a mim, e isso é bom, ser diferente.